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Comitê internacional apresenta diretrizes para resiliência de cabos submarinos

Governos, representantes da indústria e organizações internacionais de mais de 70 países participaram da Cúpula Internacional sobre Resiliência de Cabos Submarinos, em Porto (Portugal) e reafirmaram a necessidade de fortalecer o apoio aos sistemas internacionais de tráfego de dados

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A cúpula encerrada nesta terça-feira, 3, foi organizada pela reguladora de comunicações de Portugal, a Anacom, em parceria com a União Internacional de Telecomunicações (UIT) e o International Cable Protection Committee (ICPC). Também ocorreu na ocasião uma reunião do Órgão Consultivo Internacional sobre Resiliência de Cabos Submarinos, estabelecido pela UIT e pelo ICPC em 2024.

Uma declaração foi emitida no encerramento dos encontros (veja a íntegra aqui, em inglês), juntamente com um conjunto de recomendações desenvolvidas pelo Órgão Consultivo. São orientações para a cooperação internacional entre setores público e privado, abrangendo desde a redução do tempo de reparo até o apoio a regiões não atendidas.

  • Simplificar os processos de licenciamento, manutenção e reparo de cabos submarinos;
  • Aprimorar o arcabouço legal e os procedimentos regulatórios;
  • Incentivar a diversidade geográfica e a redundância de cabos, especialmente para Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, Países Menos Desenvolvidos, Países em Desenvolvimento sem litoral e regiões não atendidas;
  • Estimular a adoção das melhores práticas do setor para avaliar, mitigar e responder a riscos à infraestrutura de cabos submarinos;
  • Incentivar a proteção reforçada dos cabos por meio de melhor planejamento entre os setores marítimos;
  • E ampliar a capacidade em cabos e apoiar a inovação por meio de capacitação e uso de tecnologias.

Segundo a UIT, mais de 99% do tráfego internacional de dados é transportado por cabos submarinos. Mais de 200 falhas são registradas globalmente a cada ano, com interrupções nas comunicações impactando economias, o acesso à informação e aos serviços públicos.

Fonte: Teletime

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