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Centro Cultural da UFRGS oferece oficinas gratuitas para escolas no RS

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Inspirado na exposição “Faces: fragmentos e tessituras do eu”, do artista Rudimar Baldissera, em cartaz na Galeria Maria Lúcia Cattani, o Núcleo Educativo do Centro Cultural da UFRGS oferece a oficina “Entre pedaços: colagem e identidade”.

Voltada para o público escolar, a partir dos sete anos de idade, a iniciativa que propõe a criação de autorretratos fragmentados estimula a percepção das formas, cores e possibilidades expressivas da colagem, aproximando estudantes de discussões presentes na arte contemporânea sobre identidade e diferença.

Por meio de rasgos manuais, sobreposições e composições livres, as turmas participantes experimentam a construção de rostos que escapam de padrões figurativos e realistas de representação. A proposta é explorar a abstração, o acaso e o erro como maneiras possíveis de dar forma a uma identidade própria.

“Entre pedaços: colagem e identidade” tem aproximadamente 1h15 de duração e pode ser realizada de segunda a sexta-feira, pela manhã ou à tarde, conforme fechamento de turmas. Os agendamentos devem ser feitos através do email educativocentrocultural@ufrgs.br ou pelo telefone (51) 3308-1982.

Sobre o Núcleo Educativo do Centro Cultural  da UFRGS

Seu trabalho parte da compreensão de que instituições culturais são espaços de educação não-formal, na medida em que possibilitam encontros de troca e aprendizagem a partir do contato com as mais diversas linguagens artísticas. A equipe do Núcleo Educativo promove oficinas dentro do ciclo “ExperimentAções com o Educativo”, realiza visitas mediadas às exposições em cartaz no Centro Cultural e na Galeria Maria Lucia Cattani (no térreo do prédio da Reitoria da Universidade), e está sempre aberta ao desenvolvimento de parcerias com outras instituições, escolas e grupos.

Sobre a exposição “Faces: fragmentos e tessituras do eu”

As obras de Rudimar Baldissera investigam as múltiplas construções do eu contemporâneo. Nesses trabalhos, o artista parte da ideia de que o sujeito não possui uma identidade fixa ou permanente, mas é atravessado por experiências, relações de poder, contextos históricos e processos de subjetivação em permanente reconstrução. Na série de pinturas acrílicas, rostos fragmentados emergem em cores intensas, funcionando como metáforas visuais das tensões entre individualidade e alteridade. A mostra permanece em cartaz na Galeria Maria Lúcia Cattani, no térreo da Reitoria da UFRGS (Av. Paulo Gama, 110 – Campus Centro), até o dia 4 de agosto. A visitação é gratuita e acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.

Fonte: UFRGS

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