Programa Escolas Conectadas alcança 68,7% das escolas públicas brasileiras
O Ministério das Comunicações (MCom) divulgou nesta segunda-feira, 19, balanço do Programa Escolas Conectadas. Segundo a pasta, o Brasil já conta com 68,7% de unidades escolares com acesso adequado à Internet, ou 94 mil das 138 mil unidades de ensino previstas para serem atendidas até o fim de 2026.
Somente em 2025, diz o MCom, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à Internet através do programa.
Abaixo, é possível ver os dados atualizados com a situação de todos os estados, conforme o Painel de Acompanhamento do Programa implementado pelo Ministério das Comunicações (MCom) e Ministério da Educação (MEC). Na imagem, escolas com Internet adequada são a soma dos Níveis 5 e 4.
O painel que apresenta os resultados do Indicador Escolas Conectadas (Inec) combina três elementos:
- Energia Elétrica: Infraestrutura de energia elétrica dimensionada para a conexão desejada;
- Velocidade de Internet: Velocidade mínima monitorada compatível com necessidades das escolas;
- Wi-Fi: Rede de Wi-Fi estável e bem distribuído por toda a escola, que permita acessos simultâneos;
Com base nesses critérios, as escolas são classificadas em níveis de 0 a 5:
O Programa
A iniciativa das Escolas Conectadas tem como objetivo garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais e formação de professores.
O investimento total previsto para o programa é de quase R$ 9 bilhões oriundos de fontes como o leilão 5G e uso do Fust, sendo R$ 6,5 bilhões incluídos no Novo PAC, além de recursos de outros eixos. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do País.
Para Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, a iniciativa é estratégica. “Esse é um projeto prioritário para o Governo Federal, porque entendemos que a inclusão digital é essencial. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou o ministro.
Fonte: Teletime
